Coluna vertebral
Radiofrequência, técnicas epidurais, nucleoplastia, vertebroplastia e apoio de ortopedia.
Abordagens médicas, técnicas minimamente invasivas, terapias locais e acompanhamento multidisciplinar para diferentes tipos de dor crónica.
A combinação das especialidades do grupo permite uma resposta direcionada ao problema específico de cada pessoa.
Radiofrequência, técnicas epidurais, nucleoplastia, vertebroplastia e apoio de ortopedia.
Bloqueios, capsaicina, radiofrequência pulsada e terapêutica farmacológica dirigida.
Infiltrações articulares, viscosuplementação, fatores de crescimento, ozono e reabilitação.
Técnicas epidurais, vertebroplastias e bloqueios neurolíticos quando indicados.
O controlo e tratamento da dor deve ser direcionado à sua origem. Dependendo do diagnóstico, pode ser necessária terapêutica analgésica com anti-inflamatórios, relaxantes musculares, opióides, antidepressivos ou neurolépticos, muitas vezes conjugados com fármacos que minimizam efeitos secundários.
Um especialista em Medicina da Dor conhece as bases farmacológicas, interações medicamentosas e novas terapêuticas para procurar controlo eficaz e seguro da dor.
Radiofrequência. Procedimento não cirúrgico, seguro e de eficácia comprovada, usado para interromper ou modular a transmissão neurológica da dor. Inclui radiofrequência contínua/convencional e radiofrequência pulsada.
Ozonoterapia. O ozono medicinal pode ter efeitos imunomoduladores, analgésicos, anti-inflamatórios e antissépticos, sempre após avaliação clínica.
Crioablação. Técnica que utiliza cristais de gelo para atuar sobre estruturas nervosas responsáveis pela transmissão da dor.
Nucleoplastia percutânea por Laser Eutérmico. Procedimento minimamente invasivo para hérnias discais cervicais e lombares.
Vertebroplastia. Tratamento minimamente invasivo em síndromes compressivos e/ou dolorosos por fraturas vertebrais.
Inclui bloqueios diagnósticos e terapêuticos de nervos periféricos, infiltração articular, infiltrações de tecidos moles, toxina botulínica, viscosuplementação, infiltração de pontos gatilho, técnicas epidurais e aplicação de capsaicina em dor neuropática.
A dor oncológica pode resultar de compressão, invasão de estruturas nervosas, inflamação ou sequelas de tratamentos. A dor abdominal e pélvica pode manifestar-se de forma constante ou associada a micção, defecação ou atividade sexual. As cefaleias podem ter origem músculo-esquelética e ser abordadas com radiofrequência, técnicas manuais, toxina botulínica e ozono.
As terapias manuais procuram promover mobilidade e redução da dor. O exercício clínico cruza fisiopatologia, fisiologia do exercício e metodologia de treino. Os canabinóides podem ser uma ferramenta médica no controlo da dor, com acompanhamento especializado.
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